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Purê de Baroa (Mandioquinha)

24 maio, 2011 Acompanhamentos, Comida mineira Tags:, , , , , 6 Comentários

Comi junto com Galinha com Sálvia e Laranja e Salada Grega (em breve)

Cenoura amarela, mandioquinha, chame como quiser este tubérculo pequeno porém saboroso. A batata baroa é um eterno clássico da culinária mineira, sendo usada tanto em saladas quanto quente. É uma pena que muitos a cozinhem demais e piquem em rodelas com um punhado de salsinha, quando você pode fazer coisas maravilhosas como este purê. E olha que é muito fácil!

1kg de batata baroa
300ml de creme de leite fresco
2 colheres sopa de manteiga
Sal e pimenta-do-reino

dá para 6 pessoas

Cozinhe a batata baroa com casca e tudo em água abundante por cerca de 40 minutos, até que, quando você espetar um garfo, ela escorregue de volta para a panela com toda a graciosidade. Retire-a da fervura e descasque ainda quente, de preferência debaixo de água corrente fria, se você não estiver interessado em se queimar. Amasse com um garfo.

Aqueça, até na mesma panela onde estava cozinhando a baroa, o creme de leite fresco e dissolva nele a manteiga. Incorpore a baroa devidamente amassada com um garfo (eu gosto de amassar mais ou menos para ficarem uns grumos ótimos), misture tudo até incorporar, e então acerte sal e pimenta do reino à gosto, e o meu gosto é muito sal e muita pimenta.

Decorei com uma folha de salsão, mas pode ser salsinha também. O segundo nível poderia incluir incorporar um pouco de parmesão fresco ou até noz moscada. Nesse caso, acho que a baroa por si só já é rica o suficiente, e a minha não precisou de mais nada para ser feliz.

Jacked Potato (batata recheada)

10 maio, 2011 Acompanhamentos, Comida americana Tags:, , , , , , , , , 3 Comentários

 

Baked potato, Jacked potato, batata recheada, chame do que quiser. Uma bela batata assada recheada é um acompanhamento com jeitinho de prato principal. Você pode variar os complementos a gosto, e testar a sua habilidade de colocar o máximo possível de recheio dentro da batata. Motivo pelo qual alguns preferem as maiores que as menores. Se esse é o seu caso, algumas horas a mais no forno devem resolver. Mas, se você prefere as pequenininhas, fofinhas, gordinhas… é só seguir a receita:

500g de batatas pequenas
200g de bacon
250g de cream cheese
200g de queijo prato, ralado
2 colheres sopa de manteiga
Cebolinha picada à gosto
Azeite extra-virgem
Sal grosso

dá para 4 pessoas

Envolva cada batata com azeite, e depois esfregue sal grosso em toda a sua casca. Leve ao forno em temperatura média por 30-40 minutos, ou até que esteja macia. O segredo da batata no forno é que ela não absorve água, então fica com aquele sabor mais consistente, e uma textura mais agradável também, “floury” como eles dizem por aí. A casca deve ficar crocante e salgadinha. Não a desperdice!

Corte o bacon em cubos, aqueça uma frigideira e frite-o em sua própria gordura. Reserve em uma tigelinha. Bata o cream cheese com um garfo, para que se solte, e coloque em outra tigelinha. Pique a cebolinha, e mais outra tigelinha. Queijo prato (seria o Jack Cheese americano) em outra tigelinha, e quase tudo pronto. Agora é fazer uma incisão na batata, retirando um pouquinho de seu interior para acomodar os recheios. Comece com um pouquinho de manteiga por dentro, que deve derreter com o próprio calor da batata; depois, o cream cheese, o bacon, que se acomoda sobre o cream cheese, o queijo e a cebolinha. Batata recheda é diversão garantida!

Couscous picante

13 maio, 2010 Acompanhamentos, Comida mediterrânea Tags:, , , , 1 Comentário

Inspirado em receita do livro Jamie Oliver – O chef sem mistérios

Comi junto com Pernil de cordeiro

Eu precisava de um acompanhamento para o pernil de cordeiro, mas é claro que não ia cair no arroz com feijão. Massa, nem pensar. Então fui encontrar um couscous, cuscus, cuscuz ou como você queira escrever, que é um grão lindo, mais fácil de fazer do que eu imaginava, e que casa como ninguém com o cordeiro. Foi inesperadamente interessante.

1 cebola bem picada
1 dentes de alho, picado bem fino
250g de couscous

500ml de caldo de legumes

3 colheres de sopa de manteiga
1 colher de chá de sementes de cominho
1 colher de chá de sementes de coentro
1 colher de chá de sementes de erva-doce
Pimenta chilli seca à gosto
1 folha de louro
1 colher sopa de vinagre de vinho tinto
1 colher sopa de açúcar
Azeite extra-virgem

Sal e pimenta do reino

rende 6 porções

Primeira coisa é por o caldo para ferver. Enquanto isso, aqueça a cebola no azeite morno com uma colher de manteiga, sem deixar dourar. Soque as sementes, a pimenta e uma pitada de sal num almofariz. Adicione-os, juntamente com o alho, à panela, e continue fritando lentamente, até que adquiram uma consistência pastosa. Acrescente o vinagre e o açúcar, que vai queimar e dar uma cara de melaço para a “gororoba” de até então. Depois de alguns minutos melando, acrescente o couscous, misturando bem. Acrescente então o caldo quente e mexa um pouco, deixando cozinhar por cerca de 20 minutos, colocando um pouco mais de água se ela tiver secado totalmente sem que o couscous cozinhe. Não se preocupe ao ver que o couscous vai grudar e parecer aquele arroz unidos-venceremos que é o pesadelo de todos nós.

A seguir vem a mágica: desligue a panela, e acrescente aos poucos o restante da manteiga, com um garfo, passeando com ele por todo o couscous, espalhando a manteiga entre os floquinhos, até que fiquem bem soltinhos. Se deu tudo certo, você vai ter um couscous soltinho, amanteigado, levemente adocicado e com um toque final bem picante. É inevitável que o couscous seja meio gororoba – pelo menos foi inevitável para as minhas tentativas. De qualquer maneira, é um acompanhamento injustiçado, e me senti um cozinheiro solidário nesse dia.

Batata da Cora

7 janeiro, 2010 Acompanhamentos, Comida mineira, Muito fácil Tags:, , , 2 Comentários

Comi junto com Tropeiro rico do Jota

Nada melhor que uma batata corada para acompanhar uma comida mineira. E a dona Cora faz essa batata como ninguém. Eu bem que tentei aprender… espero que você também tente. A graça é justamente ela ficar com gosto de frita por fora, mas com o sabor de cozida por dentro. Ou seja, saudável em pele de gorda. Eu acho.

500g de batatas médias e do mesmo tamanho
4 colheres sopa de farinha de trigo
Óleo para fritar
Sal

Rende 4 porções

Detalhe: as batatas têm que ser médias, ou seja, elas vão cozinhar todas por igual, e, quando cortadas em 4, vão caber na boca de uma vez só.

Cozinhe-as na água com um punhado de sal. Retire-as quando o garfo puder penetrar uma delas com facilidade, mas não deixe cozinhar demais, senão elas desmancham na hora de fritar.

Descasque-as ainda quentes, e seque-as com papel toalha. Pique-as ao meio, e depois ao meio de novo. Você quer elas grandes, mas que caibam na boca. Espalhe a farinha de trigo num prato, role-as por lá com carinho, cobrindo-as completamente.

Aqueça o óleo bastante. Você vai saber que está quente o suficiente quando colocar uma batata e ela ficar imediatamente coberta de “borbolhas” de óleo.

Frite as batatas até ficarem coradas… afinal não era esse o nome do prato? Retire-as com carinho, coloque-as no papel toalha e seque novamente. Pitadas generosas de sal por cima, e pronto! Ela vai ficar crocante por fora, e macia por dentro. Cora ficaria orgulhosa.

Purê de baroa na mini-moranga

10 agosto, 2009 Acompanhamentos, Comida mineira Tags:, , , 3 Comentários

foto de um pure de baroa servido dentro de uma mini-moranga com flores comestíveis e parmesão

Comi junto com supremo de frango com queijo e geléia de amora

Baroa, batata-baroa, cenoura-amarela ou mandioquinha são nomes para uma mesma delícia. Eu comi isso pela primeira vez no ótimo Xapuri, de comida mineira, e nunca mais me esqueci. A mini-abóbora moranga, pumpkin, não é fácil de encontrar e não é barata, mas tem coisas na vida que você simplesmente merece.

1,5kg de baroa
6 mini-abóboras morangas
500ml de creme de leite fresco (tem que ser fresco, senão talha)
100g de manteiga sem sal
50g de parmesão fresco (ou outro queijo à escolha)
Sal e pimenta do reino

rende 6 porções

Coloque as baroas para cozinhar na água com bastante sal. Coloque em outra panela as mini-abóboras também para cozinhar na água, mas nem precisa sal. O tempo de cozimento deve variar entre 30 e 40 minutos para cada. Você quer as baroas começando a desmanchar, mas as abóboras ainda firmes. Retire cada uma a seu tempo. Deixe as abóboras numa bandeja para esfriar.

Descasque as baroas ainda quentes, pique grosseiramente e bata no liquidificador com 400ml do creme de leite (vá acrescentando ele aos poucos). Tenha certeza que bateu tudo, e não sobrou nenhum pedacinho.

Enquanto isso, aqueça os 100ml de creme de leite restantes numa panela, com a manteiga. Quando dissolver tudo, acrescente o purê, e acerte o sal e pimenta do reino. Vá mexendo sempre, e cozinhe por uns 10 minutos.

Pegue as mini-abóboras, e, com uma faca pequena, faça um buraco redondo, pelo cabinho. Com uma colherinha, retire todas as sementes. Agora é encher o interior da mini-abóbora com o purê, salpicar um pouco de parmesão por cima, e levar ao forno em temperatura média por 10 minutos, só para dar aquela crostinha. Sirva uma mini-abóbora per capita, só para quem merecer.

Risoto de abóbora com farofa de pão

14 julho, 2009 Acompanhamentos Tags:, , , , , , 1 Comentário

Se você é virgem no preparo de risotos, sugiro ler esta outra receita antes, que é mais detalhada. A vontade de comer risoto de abóbora veio do blog da Flavinha Massara, o Cozinha Fácil, cheio de coisas que eu recomendo comer. O que eu fiz foi incorporar a “farofa” de pão com sementes de abóbóra, que só chamo de farofa para não chamar de jacuba.

1 cebola bem picada
1 talo de salsão, picado
2 dentes de alho, picados
200g de arroz arbóreo ou carnaroli

1 tablete de caldo de legumes

100ml de vermouth ou vinho branco
50g de parmesão ralado fresco
1/4 de abóbora moranga sem casca cortada em cubos, e separe as sementes
1 pão de sal velho ou dormido
1 colher de sopa de manteiga
4 colheres de azeite extra-virgem

Sal e pimenta do reino

rende 4 porções

Coloque para ferver 1 litro de água, com o cubo de caldo de legumes. Mantenha essa água no fogo brando, pois você vai precisar dela quente. Quando for cortar a abóbora, separe as sementes, lave-as bem e deixe secar ao sol, se puder.

Aqueça o azeite na panela, e frite a cebola até que fique transparente. Adicione o salsão, doure mais um pouco e em seguida adicione o alho. Adicione o arroz e vá mexendo, até que ele frite um bocado. Adicione mais azeite, se necessário.

Adicione o vermouth. Deixe secar, mexendo sempre, e a partir de agora cumpra o ritual do risoto: cubra o arroz com água da fervura, mexendo sempre para não grudar. É a hora de acrescentar a abóbora em cubos. Quando começar a secar, jogue mais água da fervura. E vai assim, até o arroz ficar cozido, mas ainda bem firme. Ajuste o sal.

Desligue o fogo. Coloque a manteiga, e mexa bem, até que ela derreta. Depois, o parmesão ralado, e mexa bem de novo. Dependendo da panela, fica legal jogar parmesão por cima no final, para dar uma crostinha de queijo. Deixe descansar por uns 5 minutos antes de servir.

Enquanto o risoto descansa, faça a farofa de pão. Corte o pão em cubos pequenos, com cuidado para não amassá-lo muito e perder o volume. Aqueça uma frigideira com um pouco de azeite, e acrescente primeiro as sementes de abóbora, já lavadas e secas. Deixe-as fritar bastante, a idéia é que fiquem crocantes mesmo. Jogue uma pitada de sal, e acrescente os pedaços de pão. Um pouco mais de azeite será necessário para fritar o pão, e com muito cuidado, pois queima fácil.

Sirva o risoto com a farofa de pão e sementes de abóbora por cima. A idéia é que elas dêem uma salgadinha, que vai equilibrar o sabor adocicado da abóbora. Manda ver.

Farofa de maçã verde

20 maio, 2009 Acompanhamentos Tags:, , , 9 Comentários

Achei legal essa farofa de maçã verde do Claude. Eu já fiz com abacaxi, com banana… quem não gosta de uma boa farofinha? Vai bem com uma pá de coisas! No final da receita você encontra com o que eu combinei.

Farofa de maçã verde

2 colheres de manteiga
1 colher sopa de óleo
1 maçã verde
1 cebola
2 dentes de alho
300g farinha de mandioca, mais ou menos
Sal e pimenta a gosto
2 colheres sopa de salsinha (opcional)

rende 6 porções

Descasque a maçã, e corte-a em cubinhos. Pique bem a cebola, e o alho – pode ser no processador. Reserve.

Derreta a manteiga numa frigideira, com o óleo, que é para a manteiga não queimar.
Adicione os cubinhos de maçã, deixando fritar um pouco, e depois adicione o alho e a cebola. Depois que estiver tudo cozido e cheiroso, vá adicionando farinha de mandioca e mexendo até que a farofa chegue no ponto que você gosta: mais molhadinha, mais sequinha… Finalize com um pouquinho de salsinha picada bem fina, se quiser. Tempere com sal e pimenta a gosto.

Sirva numa travessa rasa. Coloque um pouco na boca, e tente dizer: “viva o Afonso!” durante o seu almoço de domingo.

Comi a farofa de maçã verde junto com costelinha ao molho de goiabada, angu e ora-pro-nóbis e salada tropical

Baseado em receita do programa Menu Confiança, no GNT

Salada tropical

20 maio, 2009 Receitas Saudáveis, Saladas Tags:, 0 Comentários

Salada tropical
Comi junto com costelinha ao molho de goiabada, farofa de maçã verde e angu e ora-pro-nóbis

Uma salada bem brasileira, digamos. Exceto pela alface americana.

1/2 manga madura
200g de mussarela, em peça
1 alface americana
1 cenoura grande
3 tomates
1 kiwi (opcional)

rende 6 porções

Rasgue as folhas de alface, e rale a cenoura. Para os tomates, o legal é cortá-los em 8, de cima para baixo, ao invés de rodelas. Separe metade do queijo, e corte em cubinhos. Misture esses ingredientes na vasilha que for servir. Por cima, disponha alternadamente fatias compridas de manga e de queijo, e decore com fatias de kiwi. Não é fácil?

Angu e ora-pro-nóbis

20 maio, 2009 Acompanhamentos, Comida mineira Tags:, , , 31 Comentários

Baseado em receita do programa Menu Confiança, no GNT
foto de angu e ora pro nóbis
Comi junto com costelinha ao molho de goiabada,farofa de maçã verde e salada tropical

Ora-pro-nóbis, segundo os meus avós, sempre foi uma folha humilde, para encher barriga de pobre. Angu também, tem gente que até alimenta cachorro com isso! A verdade é que uma comida caseira, mineira, tem realmente essa sensação de “conforto”. Enfim, foi uma boa solução para agradar os avós no dia das mães.

1 pacote grande de folhas de ora-pro-nóbis
500ml de caldo de galinha caipira (dissolva os tabletes na água fervendo)
3 colheres sopa de farinha de milho
2 colheres sopa de manteiga
Sal e pimenta do reino

rende 6 porções

Prepare as folhas de ora-pro-nóbis: é uma verdura com um caule cheio de espinhos, então separe cuidadosamente as folhas, e lave-as bem.

Dissolva os tabletes de caldo de galinha na água fervendo, numa panela. Enquanto isso, dissolva calmamente a farinha de milho numa xícara de água. É importante fazer isso antes, para o angu não empelotar.

Aqueça uma frigideira grande, e coloque 2 colheres do caldo fervente nela. Coloque as folhas de ora-pro-nóbis, e deixe que murchem um pouco, mexendo de vez em quando. Possivelmente, você vai acabar colocando todas as folhas sem ter que adicionar mais caldo. Coloque um pouco de sal. Reserve.

Para o angu dar certo, deixe o caldo ferver, e coloque devagar a farinha de milho já dissolvida, enquanto mexe a panela. É preciso ficar mexendo a panela sempre. Coloque a manteiga, um pouco de sal e pimenta, e continue mexendo, até que fique espesso. Isso pode demorar de 10 a 20 minutos, dependendo do seu fogo e da quantidade de água. Quando engrossar pra valer, desligue o fogo, e coloque o angu para esfriar numa travessa. Com sorte, ele vai endurecer. Sirva morno ou frio.

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